Os 7 tipos mais comuns de fraudes em bancos
O aumento alarmante de atividades suspeitas, semelhantes a fraudes, é motivo de preocupação, especialmente porque relatórios indicaram que mais de 2,5 milhões de Relatórios de Atividades Suspeitas (SARs) já haviam sido apresentados até agosto do ano passado.
Só a fraude com cheques disparou 201,2% entre 2018 e 2022, sem falar em outras formas de fraude financeira, como a lavagem de dinheiro. Mas não se preocupe — ainda há esperança!
A tecnologia antifraude está ajudando as instituições financeiras a combater esse tipo de atividade criminosa. No entanto, compreender os principais tipos de fraude nos bancos é o primeiro passo para evitá-la.
1. Roubo de identidade e invasão de contas
O roubo de identidade e a invasão de contas podem ser coisas diferentes, mas têm um objetivo em comum: se apropriar dos ativos financeiros de outra pessoa.
Suas definições são as seguintes:
- O roubo de identidade no setor bancário refere-se à ação de um fraudador que rouba as Informações Pessoais Identificáveis (PII) de um indivíduo para abrir uma nova conta bancária ou realizar outras atividades fraudulentas.
- A invasão de contas — ou ATO — ocorre quando um criminoso obtém acesso não autorizado às contas on-line de uma pessoa (geralmente por meio de credenciais roubadas) para realizar transações fraudulentas.
O impacto de qualquer uma dessas situações pode ser catastrófico. Os clientes podem sofrer danos à sua pontuação de crédito, problemas legais e repercussões emocionais. Já os bancos podem sofrer prejuízos à sua reputação e perdas financeiras potencialmente permanentes.
Os avanços tecnológicos facilitaram ambas as formas de fraude financeira — e as ampliaram. Desde a capacidade de contornar a autenticação biométrica por meio da IA até a prática de roubo de identidade sintética, a fraude bancária está se tornando cada vez mais sofisticada.
Mas o mesmo vale para as soluções contra fraudes bancárias. A verificação remota de identidade baseada em IA, como o BlinkID Verify da Microblink, ajuda as instituições financeiras a garantir, com rapidez e precisão, que as pessoas sejam quem afirmam ser, prevenindo assim a fraude e suas consequências.
2. Golpes de phishing e engenharia social
Os golpes de phishing no setor financeiro têm se tornado cada vez mais complexos com o avanço da inteligência artificial e formas mais sofisticadas de engenharia social.
Veja a seguir como eles diferem:
- A engenharia social caracteriza-se pelo fato de um fraudador se passar por uma pessoa conhecida ou por uma entidade legítima para obter informações confidenciais por meio de manipulação emocional.
- O phishing é um tipo de engenharia social. Nesses casos, o fraudador se faz passar por uma organização reconhecida — como um banco — por meio de mensagens de texto, e-mail, telefone ou redes sociais para obter credenciais de autenticação, exigir dinheiro ou obter dados de cartão de crédito.
Juntos, o phishing e a engenharia social representam as formas mais comuns de crime cibernético. Além disso, a capacidade da IA de gerar deepfakes de voz — como o tom de voz de um ente querido ou a voz de um cliente de banco — tornou esses golpes ainda mais difíceis de serem desmascarados.
3. Fraude com cartão (fraude sem a presença do cartão)
A fraude com cartão de crédito é a forma mais comum de roubo de identidade. Ela ocorre de diversas maneiras, incluindo cartões perdidos ou roubados e:
- A obtenção ou captura de dados de cartões de crédito por meio de dispositivos ilegais, como leitores falsificados em bombas de combustível e terminais de ponto de venda
- Clonagem, processo no qual os dados de um cartão de crédito válido — geralmente obtidos por meio de skimming — são gravados em um cartão em branco ou duplicados de outra forma
Essas informações podem, então, ser utilizadas para cometer fraudes do tipo “cartão não presente” (CNP), nas quais um fraudador usa os dados do cartão de crédito para realizar compras fraudulentas por telefone ou pela internet.
A detecção de fraudes bancárias com o auxílio da IA pode ser uma grande vantagem nesse sentido. Ao analisar imensas quantidades de dados históricos e padrões de comportamento dos usuários, a IA pode identificar sinais de alerta — como compras incomuns — para alertar o cliente (e seu banco) e impedir as transações.
4. Fraudes relacionadas a empréstimos e crédito
A fraude em empréstimos e créditos é uma manifestação do roubo de identidade. Ambas se referem ao uso ilegal de informações pessoais identificáveis (PII) de um indivíduo para obter um empréstimo ou uma linha de crédito. Isso pode variar desde algo aparentemente insignificante, como contrair um empréstimo de curto prazo, até algo tão grave quanto garantir uma linha de crédito de US$ 50.000 — uma possibilidade que prejudica tanto os clientes quanto os bancos.
A Microblink está na vanguarda do combate a esse problema. Por meio de tecnologia automatizada de verificação de documentos e identidade de clientes, a Microblink consegue impedir que fraudadores obtenham aprovações de empréstimos e proteger os clientes das consequências duradouras.
5. Fraude com informações privilegiadas
A FDIC informa que a fraude interna é responsável por mais de 50% de todas as fraudes em bancos. Cometida por funcionários de uma instituição financeira, ela inclui:
- Desvio de fundos
- Lavagem de dinheiro
- Roubo de dados
- Fraude por apropriação indevida de ativos
A IA também está na vanguarda do combate a esse problema global. Os algoritmos de aprendizado de máquina podem monitorar o comportamento dos funcionários e acionar um alerta caso sejam detectadas atividades suspeitas — como vazamentos de dados e acessos não autorizados.
6. Fraude em serviços bancários online
Conveniência, simplicidade, transações rápidas — há uma série de razões pelas quais 71% dos clientes bancários preferem gerenciar suas contas online. No entanto, a própria natureza dos serviços bancários online torna as instituições financeiras e seus clientes vulneráveis aos cibercriminosos.
As formas mais comuns de fraude bancária digital incluem o uso de malware para invadir contas, bem como:
- Fraude por transferência bancária
- Fraude no Zelle
- Fraude com pagamento antecipado
Felizmente, a segurança cibernética no setor bancário tem acompanhado o ritmo das fraudes em contas bancárias. Medidas robustas de detecção de fraudes baseadas em IA, como análises em tempo real do uso de aplicativos, podem ajudar os clientes a manter suas contas on-line protegidas. Ao mesmo tempo, os avanços na verificação de identidade podem reduzir o risco de roubo de identidade.
O BlinkID Verify, da Microblink, se destaca nesse aspecto e pode reduzir a fraude em até 50%.
7. Fraude hipotecária
Dados recentes indicam que é identificada uma fraude hipotecária em cada 134 pedidos de financiamento imobiliário. Isso não afeta apenas fortemente o setor bancário: também pode causar repercussões em toda a economia, reduzindo o valor dos imóveis e limitando a disponibilidade de crédito.
O crime é cometido por meio de diversos esquemas, a saber:
- Compradores de fachada
- Fraude de ocupação
- Falsificação de documentos
A IA/ML é capaz de identificar atividades suspeitas e impedir fraudes hipotecárias logo no início, por meio da verificação de identidade baseada em IA. Vários dos principais recursos da Microblink, incluindo a autenticação por código de barras e a capacidade de reconhecer adulterações em fotos faciais, podem resultar na redução do número de pedidos fraudulentos que chegam à mesa (virtual) de uma instituição financeira que concede hipotecas.
Aprimore os métodos de combate à fraude com a Microblink
Desde documentos falsificados ou fraudulentos até fraudes envolvendo transferências eletrônicas, os tipos de fraude nos bancos abrangem uma ampla gama. No entanto, eles têm um ponto em comum: podem causar enormes prejuízos a uma instituição financeira e aos clientes que depositaram sua confiança nela. O Microblink foi desenvolvido tendo essas preocupações em mente. Experimente nossa demonstração para saber como nossos produtos de identidade digital podem proteger seus clientes — e mantê-lo na vanguarda da prevenção de fraudes.